segunda-feira, julho 22, 2013

saturno





 


saturno na lente mágica
as retinas prenhas
os anéis que tu me deste
nesta noite clara
não eram de vidro
mas quebraram a monotonia
e me tornaram por um segundo
a noiva do universo

3 comentários:

Marcos Satoru Kawanami disse...

Adriana,

Este poema é bem alto astral, com duplo sentido. haha

=)
Marcos

Leonardo B. disse...


[imensa a condição

de ser verso,
infinita linha de universo.]

um imenso abraço, Adriana

Lb


Assis Freitas disse...

e orbe clareia em ciranda



beijo