as palavras não saem mais
nem da minha pele
das feridas abertas
dos meus dedos
dos meus olhos cansados
ou do amor que perdi
muito menos da primavera que chegou com força
pura poesia
ficaram presas talvez para sempre
no abismo inatingível de mim
sou um pouco do que escrevo e escrevo como quem sonha ou tem pesadelos
16 comentários:
Intenso, vivo, belo. Parabéns Adri. Beijão
A sua poesia é sempre tensa, viva e palpitante; mesmo quando começa a primavera prometendo flores, cores e cheiros. Parabéns Adriana.
Tenho palavras que se acumulam dentro de mim, e essas hibernam com medo de rasgar os meus dedos...
Beijos
Adriana querida, saem sim em forma de flores,cheiro, cores, dores, mas não aquelas "flores de plástico", beijo.
MARAVILHOSO, DRI!
Você é a flor mais linda da primavera e é através de seus versos que podemos sentir o súbito-inusitado que só você consegue.
Beijos
Mirze
Oi, gente. Não está dando pra ler os blogs. Minha cabeça e vida estão a mil. Uma hora eu pouso de volta e volto pro prazer de ler os blogs de vcs.
Valeu cada palavra em seus comentários e o carinho de sempre.
Beijos
Adri, intenso...
pois é, nem a primavera...
eu achei estranho o Rafa comentar lá no On The Rocks, mas moderei assim mesmo achando que fosse ele mesmo.
tá corrigido.
Bj
↓
Flor e Ser num juntos no verso!
:o)
Nem tudo na vida são 'felicidades'...
Leitor do Bardo, vim beber de sua fonte.
Abraços.
pura poesia para
lavar a alma
abraços
danilo.
inspirador o seu espaço aqui.
Engolidas...
Saudades daqui, Dri!
Sem tempo
até para ler
a produçao dos amigos!
Beijo,
Doce de Lira
Adriana,
O teu poema também é romântico. E esse desenho do Rafael mostra que ele pode desenhar qualquer imagem que lhe venha na cuca.
...deixa rolar
que elas vêm...
bj
Marcos tem razão, este desenho é uma paulada (além de belo).
Abraços.
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