quinta-feira, setembro 02, 2010

Um vídeo de Luciano Fraga sobre meu texto e um poema de Nina Rizzi pra mim

Oi, gente, uma grata e bela surpresa: O Luciano Fraga fez um belo vídeo com meu texto: "sábado à tarde numa esquina". Ficou muito legal. Pra conferir é só clicar aqui .

A Nina Rizzi também fez um poema pra mim sobre esse texto e vale a pena conferir em seu blog ellenismos.

Beijão.

14 comentários:

Adolfo Payés disse...

Que bello.. es tan hermoso visitarte..

Un abrazo
Con mis
Saludos fraternos...


Que disfrutes de un buen fin de semana...

Marcelo Novaes disse...

Dri,


"Como um deus, inacessível e estranho"...


Imagino a bela sensação de ouvir isso com solo de guitarra [e coro final!] ao fundo, ambientado [suponho] em Cruz das Almas, num ambiente tão diverso do narrado.


Eis a beleza do "leque de possibilidades de leitura" que a poesia propõe. A quem sabe dizê-la e recebê-la.



:)



Um beijo.

Mirze Souza disse...

DRI!

Fiquei emocionada! Salvei em meus favoritos!

Meus dois amigos queridos, resolveram me atingir no peito!

Mas valeu! LINDO!

Beijos

Mirze

Luciano disse...

Salut, moça.
Teus versos, sempre tão completos de imagens. Como é bom poder senti-los.
Bjk.

Úrsula Avner disse...

Adriana,

é sempre muito prazeiroso receber homenagens como essa e ver expresso o carinho das pessoas que respeitam e admiram a arte poética . Muito bom ! Bj.

On The Rocks disse...

você merece adriana!

parabéns pelo texto e saudações ao nosso amigo pela iniciativa.

bj

sopro, vento, ventania disse...

Cara, muito bom, mesmo. Grande viagem. Adorei, fui lá, postei e voltei.
beijos,

Marcia Barbieri disse...

Com duas pessoas de tanto talento tem como fazer ruim???


beijos

Anônimo disse...

Tudo bem, estive me metendo, desde aquele comentário do "lobo", em seu espaço privado[!], sem antes conhecer as regras "abstratas" do grupo, e, ainda até quis ir mais adentro, sem respeitar as suas preferências íntimas. Eu enxerguei uma potência que, concordo, é muito exaustiva, para não dizer impossível, manter em prática, ou porventura teorica.
Veja como nossa parca aventura, aqui na internet, não me foi tão sem "graça". Beijo.

#

É um comentário na revista Cult, deste mês:

É possível que podemos conciliar a grande mensagem de "Deus" com o supra sumo da experiência "teorica" de Darwin.
Falar em experiênia própria, na interação com os Outros, o bem e o mal, sem distinção de valores pré estabelicidos, é uma forma de civilizar o humano. Torná-lo em condições para "transvalorizar-se", sem as angustias da relação artificial, onde o planeta, "até parece loucura", é o que menos conta.
É dificil entender como ainda existe tanto esforço para se manter conivente com o progresso=civilização, em teoria e prática, que lentamente vai destruindo "nosso lar".
É facil entender a evolução das espécies, mesmo quando em grupos onde o humanismo, é tratado como "rotina de estudo".

"De um lado, trata-se de uma ‘irrecusável busca do sentido’, como diz o título, em que [Jean-Paul] Sartre [1905-80] e Nietzsche inspiram a autora a buscar uma unidade do sujeito ‘que não é pressuposta nem adquirida, mas conquistada.’
De fato, Scarlett Marton enfatiza a idéia de uma subjetividade que surge ‘de múltiplos atos de consciência. Constituindo-se na relação com o mundo, não conhece trégua ou termo;
ela se desfaz, se refaz, sem nenhuma garantia’, mostrando que em Sartre (e em Nietzsche) podemos ver um sujeito que é descontinuidade, fuga e ruptura, fenda, dilaceramento e explosão.
Se isso pressupõe um exercício do risco e da liberdade, há que considerar entretanto que o mundo das determinações darwinistas está à espreita, não apenas na selva tropical como também nos bosques da academia." [Marcelo Coelho é articulista da ‘Folha de SP’. Texto publicado no caderno ‘Mais!’, da ‘Folha de SP’& http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=24975 ]

Depois de escrever o comentário anterior, então fui conhece-la, claro que seria sempre parcial, diante do conhecimento oriundo da intuição, uma consciência fora dos catálogos "civilizados".

"É bem verdade que, em momento algum, o autor de Assim Falava Zaratustra pregará um tipo de comportamento determinado ou imporá um estilo de vida específico; ele jamais pretenderá dizer o que se deve fazer. Sublinhando o caráter singular e irrecuperável de cada ação, Nietzsche insistirá em fazer ver que nosso modo de agir tem doravante de nortear-se por valores em consonância com a Terra, com a vida, com o corpo."

um forte abraço, Scarlett Marton.

#
AGod, da mesma forma, comigo, não sou bom para expressar sentimentos.

Devir inclemente, rss

José Carlos Brandão disse...

Lindo, Adriana. Eu me emocionei com seu poema - e com as imagens do vídeo.

" ... como um Deus inacessível e estranho."

Um beijo.

Anita Mendes disse...

que honra! que lindo! a imagem tudo! Vc merece, drika! beijocas

Devir disse...

Mais homenagem, mas
claro, jamais só
mais do mesmo, sempre
ir além do amor, rs

Após bebermos os mares nos assombra
que nossos lábios continuem tão secos como as praias,
e buscamos uma vez mais o mar para nele molhá-los, sem ver
que nossos lábios são as praias e nós o mar

Ali e em tantos outros vestígios de encontro estão as provas da reconciliação, alí a mão de Novalis corta a flor azul.
Não falo de estudos, de asceses metódicas, falo de intencionalidade tácita que enforma o movimento total de um poeta, que torna asa de si mesmo, remo de sua barca, cata-vento de seu vento, e que revalida o mundo sob o preço da descida aos infernos da noite e da alma.
Detesto o leitor que pagou pelo seu livro, o espectador que comprou a sua poltrona e que a partir dali aproveita o macio estofo do prazer hedônico ou a admiração pelo gênio.
Que importava para Van Gogh sua admiração] O que ele queria era a tua cumplicidade, que tratasse de olhar como ele estava olhando com olhos esfolados pelo fogo heraclitiano.
Quando Saint-Exupéry sentia que amar não é olhar um nos olhos do outro, mas olharem ambos na mesma direção, ir além do amor do casal porque todo amor vai além do casal se é amor
, eu cuspo na cara
de quem me vier dizer que ama Michelangelo ou E. E. Cummings sem me provar que pelo menos numa hora extrema foi esse amor, foi também o outro, olhou com ele do seu próprio olhar e apredeu olhar com ele para a abertura infinita que espera e reclama.

[fragmento final do texto 16. MORELLIANA, SEMPRE, no livro VALISE DE CRONÓPIO, de Julio Cortázar, Perspectiva]

Adriana Godoy disse...

Devir, de alguma forma o vídeo produzido pelo poeta e amigo Luciano Fraga sobre um texto meu despretensioso causou uma espécie de incômodo em sua alma. Parece que, às vezes, vc quer complicar as coisas que pra mim são simples. Não consigo sempre alcançar seu voo, mas tento. Fico aqui matutando e querendo dizer coisas, mas não sei o que digo. Gosto desses delírios seus, são instigantes. Queria apenas compreendê-los de fato, mas o meu nível filosófico e psíquico não me permite.

Então, agradeço a sua presença sempre tão intensa e torço para que um dia consiga apreendê-lo melhor. Beijo

Adriana Godoy disse...

A todos vocês que foram conferir o vídeo e ainda vão, agradeço muito em meu nome e em nome de Luciano. Beijos.